sexta-feira, 9 de novembro de 2012

O papel do Papa na Igreja

Assim como o Pai me enviou, assim também eu vos envio”.  (João 20; 21)
 
Jesus veio para anunciar a boa nova, ou seja, o Reino de Deus. A sua missão era buscar as ovelhas desgarradas da Casa de Israel e ir de encontro aos doentes e marginalizados independentemente se era judeu ou não. Portanto, Ele veio para todos, para que tivéssemos vida e vida eterna.

Como Jesus precisava fazer a passagem para nos abrir a porta do céu através da sua morte e ressurreição Ele nos deu o seu Espírito, seu corpo e sangue – na última ceia – e os apóstolos que têm a missão de dá continuidade a este pastoreio até a sua segunda e definitiva volta.


Para que não nos perdêssemos com as falsas doutrinas e com a sedução deste mundo e para que mantêssemos fiéis a tua palavra e o caminho para a vida eterna, Jesus nos deu um dos apóstolos como chefe da sua Igreja (a palavra Igreja significa os convocados) e prometeu para ele que tudo que fosse ligado na terra seria ligado no céu e tudo que fosse desligado na terra seria desligado no céu.

Este homem que nos serve é o Papa que denuncia aos fiéis da Igreja aquilo que o mundo tem se levantado para nos enganar e nos desviar da verdadeira doutrina que tem por finalidade a vida eterna, ou seja, o Céu.

A Igreja primitiva escolheu Bispos que conduzissem os fiéis ao caminho da verdade. O Papa é este bispo, o bispo da Igreja de Roma. Pode-se dizer que ele é o principal bispo, pois é a partir dele que toda a Igreja universal será conduzida e animada. Como representante de Cristo, ele é o pastor supremo da Igreja.

O Papa também tem como papel ser responsável de unir a fé de toda a Igreja. A voz do Papa é a voz que explica o que é verdadeiro e o que é falso.

Hoje temos um Papa que podemos confiar. Bento XVI tem sido fiel a sua missão de governar a Igreja na verdade denunciando ao mundo, sobretudo denunciando aos fiéis o que se tem tentado contra nós.

Tem sido coerente com a vida ao ser contra aborto e firme ao afirmar que existe uma verdade, Jesus, indo de contra ao relativismo. Já denunciado pelo Beato João Paulo II.
Por isso, podemos dizer com orgulho e alegria: “Somos sua Juventude, Benedictus”! Podemos confiar em ti.
Rui Junio dos Santos
Missionário Canção Nova – RVJ
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