segunda-feira, 28 de maio de 2012

O Espírito Santo, o Silencioso Hospede da Alma

A vocação é uma tarefa contínua. A ela não cabe um  fim específico, seja ao "descobrir" ao chamado do bom Deus, seja àqueles que já chegaram ao dia da realização da vocação. Depois do sim primeiro é necessário ao vocacionado doar-se em cada novo dia, renovando a promessa de deixar-se realizar em Deus. 
Àqueles que ainda se encontram em discernimento, é essencial a perseverança e a espera confiante. Deus se manifesta de diversas formas e, por vezes, nos pede a espera, quando nosso coração anseia por ouvir qual seja o nosso caminho. Para quem ouviu o chamado do Criador é essencial sair de si e começar a buscar as veredas ao qual Ele reservou.
Esses pequenos passos são fontes de medo aos jovens, incluindo os mais sedentos da vontade de Deus. Esse trilhar requer confiança, pois tudo a frente é incerto, as dúvidas são recorrentes, tropeços são comuns e tantos outros fatores externos que desviam o olhar do vocacionado daquele que o chama e o conduz pela mão. Abandonar-se é preciso, se o desejo for realizar a vontade de Deus. A necessidade de se jogar aos braços da Trindade, como a criança se inclina ao colo do pai, sem reservas de si, confiante que o abismo que os separa será vencido pelo zelo daquele que estende os braços a ela, tendo a ciência de que não o deixará cair no chão, é o que deve impulsionar a seguir sempre em frente. 
O que sustenta essas batalhas espirituais cotidianas do vocacionado é a oração. Elevar-se a Deus a todo momento é preciso, reconhecendo como se é pequeno diante da grandeza de Deus e sem receios, entregar os projetos a Deus, deixando-se guiar pelos caminhos que Ele reservou. Maria Santíssima é o modelo de entrega e abandono em Deus, a ela sejamos imitadores!

Fonte: Blog iesusvitaest
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